quinta-feira, 6 de maio de 2010

Cursos de Teoria Musical


Aprenda a Teoria Musical de uma forma divertida, com apostilas e vídeos


Domingo, 26 de julho de 2015

Como Ler Partituras I


Curso 'Como Ler Partituras I': conheça a história, o posicionamento das notas, elementos, além de dicas para começar os estudos. É um curso desenvolvido pelo site Cifra Club. Você vai aprender a teoria com o Instrutor: Philippe Lobo.


Apostila de Teoria Musical: Download da Apostila em PDF - Como Ler Partituras I



Como Ler Partituras II - Duração


Curso 'Como Ler Partituras II': entenda como são representadas as figuras de som, pausa e seus valores.


Apostila de Teoria Musical: Download da Apostila em PDF - Como Ler Partituras II



Como Ler Partituras III - Armadura de Clave


Curso 'Como Ler Partituras III': entenda como são representadas as linguagens harmônicas na armadura de clave.


Apostila de Teoria Musical: Download da Apostila em PDF - Como Ler Partituras III



Intervalos - Teoria Musical

Philippe Lobo do Cifra Club fez uma aula especial sobre "Intervalos". Formação dos acordes, cifras, escalas e muito mais.


Apostila de Teoria Musical: Download da Apostila em PDF - Intervalos - Teoria Musical



Curso de Teoria Musical


Outras aulas que achei interessante são as do "Cursos Edon". Se vocês gostarem, comentem abaixo e solicitem-na que disponibilizarei os outros vídeos, aqui no nosso blog "Triângulo do Rock". É só você comprar um caderno com Pauta Musical (Pentagrama) para acompanhar as aulas, então poderá começar o curso. Este não tem apostila.




Fonte: Youtube


Enciclopedia do rock - Programa Harmonia


Adriano Falabella discursa sobre a ligação entre a música clássica e o Rock


No dia 13/07 foi comemorado o dia mundial do rock. E o Harmonia convidou Adriano Falabella para uma edição especial do Enciclopédia do Rock. Confira!



Fonte: Youtube


A música beneficia o seu cérebro


A relação que tem entre a pessoa que ouve música e o seu cérebro, e entre a pessoa que toca um instrumento e o seu cérebro



Como tocar um instrumento beneficia seu cérebro - Harmonia


Você sabe o que acontece com nosso cérebro quando escutamos música?! E imagina os "fogos de artifícios" que fazem 'efervescer' os neurônios dos músicos?!

Entenda mais os processos cerebrais que envolvem melodias e canções e os benefícios que a música trás para todos nós, além das incríveis sensações.




Efeitos da música no cérebro


Reitor da UCB, Prof. Dr. Afonso Galvão, concede entrevista ao Globo Comunidade sobre música clássica. Além de doutor em psicologia educacional, Galvão é músico violoncelista e comenta na entrevista os efeitos da música no cérebro humano.




O cérebro dos músicos


O Maestro J. Antonio Navarro fez uma tradução deste interessante vídeo que mostra como o cérebro dos músicos é diferente dos que não lidam com a música.




A MÚSICA E O CÉREBRO - Móbile - Iniciação Científica




Fonte: Youtube


História da Música - Alguns detalhes da história musical


Rede Minas - Programa Harmonia


Acompanhe a história da música, contada em três programas. Nesta edição, saiba o que passou da Grécia antiga ao barroco. Descubra também o desenvolvimento da música de concerto durante os séculos.

A História da Música - Da Grécia antiga ao Barroco - Parte 1




A História da Música - Da Grécia antiga ao Barroco - Parte 2




A História da Música - Da Grécia antiga ao Barroco - Parte 3




Depois de mostrar a história da música, desde a Grécia antiga até o período barroco, o Harmonia continua essa viagem. Você vai saber mais sobre os períodos clássico e romântico e sobre os compositores marcantes da época.

E ainda, trechos da montagem de "A flauta mágica", ópera de Mozart que ganhou animação do grupo Giramundo.

História da música: período clássico e romântico - Parte 1




História da música: período clássico e romântico - Parte 2




História da música: período clássico e romântico - Parte 3




Na série sobre a história da música, conheça a música revolucionária do século 20. Confira as grandes transformações na linguagem musical, lideradas pelo compositor francês Claude Debussy. Para fechar, exibição, na íntegra, do "Concerto em mi bemol para orquestra de câmara", do compositor russo Igor Stravinsky.

História da Música - Século XX - Parte 1




História da Música - Século XX - Parte 2




História da Música - Século XX - Parte 3




Veja este outro vídeo de Jeferson Torres


Aula 1: Da filosofia grega à música medieval - Jeferson Torres




Fonte: Youtube


Cursos Unesp - História da Música II


Cursos Unesp - Universidade do Estado de São Paulo


Curso completo de História da Música II
Departamento de Música da UNESP
Professora: Dorotéa Kerr 


Assista a UNIVESP TV (Universidade Virtual do Estado de São Paulo TV) ao vivo, e veja a programação completa em http://univesptv.cmais.com.br - Lá você tem outros cursos também. Visite, achei muito bom os cursos e um deles é este curso Universitário de História da Música, nível II. É parte de um curso de graduação de faculdade. Tem curso de Artes, Inglês, Cálculo Diferencial, etc., pois é uma emissora educativa. Além de tudo é gratuito.

De segunda a sexta às 09h e 21h, o programa Estúdio Univesp traz entrevistas, debates, matérias especiais, notícias e o resumo da programação na tela da UNIVESP TV. O canal para quem quer saber mais e aprender sempre! Sintonize a UNIVESP TV através dos canais digitais da multiprogramação da TV Cultura. Em São Paulo, o canal é o 2.2. Santos e Guarujá, canal 3.2. Ribeirão Preto, canal 4.2. Campinas canal 10.2. São José dos Campos, canal 27.2.

Sobre o Curso: 
História da Música II
A disciplina faz parte do Bacharelado em Música da Unesp e é ministrada pela professora Dorotéa Kerr, do Departamento de Música da UNESP.



Aula 1 - Romantismo - Parte 1


A professora Dorotéa Kerr, do Instituto de Artes da UNESP faz um panorama da Europa no século XIX, o chamado Período Romântico. Localiza seus alunos na expansão econômica, causada pelo crescimento acelerado da indústria e do comércio, e o crescimento da burguesia. Os pensamentos dos iluministas de liberdade e igualdade.





Aula 1 - Romantismo - Parte 2


A definição dos termos clássico e romântico nas artes do século XIX. A obscuridade e a melancolia estão presentes em todos os tipos de manifestações artísticas dessa época. Com a criação de salas de concerto e academias de música, a música entra de vez na vida da sociedade. A burguesia começa a se servir desse tipo de arte também, copiando o estilo de vida dos burgueses. As casas passam a ter pianos e as mulheres começam a ter aulas particulares, aumentando ainda mais a popularidade do instrumento.




Aula 1 - Romantismo - Parte 3


A estética musical e os princípios da música romântica. Relações subjetivas, ilusórias e emocionais. A música com o poder de incorporar beleza e verdade. A tensão emocional vivida pelos compositores românticos. O estereótipo dos artistas: em geral, eles viviam isolados, distantes do “homem comum”.




Aula 2 - Nacionalismo - Parte 1


A professora Dorotéa Kerr aborda o Nacionalismo do século XIX na Europa, reforçando a ideia de uma cultura nacional. A incorporação de elementos nacionais às artes. As obras começam a ser escritas em línguas "periféricas" como o checo, húngaro e russo.




Aula 2 - Nacionalismo - Parte 2


Os compositores começam a compor músicas em suas línguas, a cultura de cada país começa a ser representada pelas músicas. Nomes como Frans Liszt, Johannes Brahms, Bedrich Smetana, Antonin Leopold Dvorák escrevem obras inspirados em sua própria cultura.




Aula 3 - Ópera na primeira metade do séc XIX - Parte 1


A professora Dorotéa Kerr aborda a ópera na primeira metade do século XIX. O uso das melodias mais longas e líricas. Com vários exemplos de músicas de compositores consagrados, a professora explica o modo como eram escritas as peças da época.




Aula 3 - Ópera na primeira metade do séc XIX - Parte 2


Continuando sua explicação sobre a Ópera na primeira metade do século XIX, a professora Dorotéa Kerr explica a questão das escalas utilizadas, o ritmo e a sonoridade. O uso maior dos instrumentos de metal e percussão nas obras. Por conta da maior utilização de outros instrumentos, o tamanho das orquestras também passa a ser maior do século XIX em diante.




Aula 3 - Ópera na primeira metade do séc XIX - Parte 3


Neste programa, a professora Dorotéa Kerr trata especificamente dos estilos e categorias das óperas. O estilo lírico e o cômico, as óperas de resgate, a Grand Opera. Exemplifica cada estilo com obras de grandes compositores.




Aula 4 - Música Orquestral do século XIX - Parte 1


Sinfonia - palavra que vem do latim symphonia - significa soar em conjunto, concordância. A professora Dorotéa Kerr explica o conceito de sinfonia e a sua importância na música do século XIX. Aborda, também, o crescimento da música orquestral e o desenvolvimento técnico dos instrumentos.




Aula 4 - Música Orquestral do século XIX - Parte 2


A professora Dorotéa Kerr faz um panorama sobre os principais sinfonistas. Detalhes da vida e da obra dos compositores: Franz Schubert, Felix Mendelssohn, Robert Schumann.




Aula 4 - Música Orquestral do século XIX - Parte 3


Continuando a explicação sobre os sinfonistas, a professora Dorotéa Kerr traz detalhes da obra e as características dos compositores: Anton Bruckner e Ludwing Van Beethoven.




Aula 5 - Música Programática - Parte 1


Música é um meio de expressão? A professora Dorotéa Kerr explica o conceito de música programática a as diferenças entre ela e a música absoluta. Definição de música programática: Música que procura expressar ou descrever uma ou mais ideias não musicais, imagens ou eventos. A música programática tem uma ligação com a literatura, a paisagem e as artes visuais. A professora explica os meios para a composição programática e os recursos musicais usados pelos compositores. Ela dá, ainda, detalhes da obra de Hector Berlioz, considerado “o pai” da música programática.




Aula 5 - Música Programática - Parte 2


Música é um meio de expressão? A professora Dorotéa Kerr explica o conceito de música programática a as diferenças entre ela e a música absoluta. Definição de música programática: Música que procura expressar ou descrever uma ou mais ideias não musicais, imagens ou eventos. A música programática tem uma ligação com a literatura, a paisagem e as artes visuais. A professora explica os meios para a composição programática e os recursos musicais usados pelos compositores. Ela dá, ainda, detalhes da obra de Hector Berlioz, considerado “o pai” da música programática.




Aula 5 - Música Programática - Parte 3


Música é um meio de expressão? A professora Dorotéa Kerr explica o conceito de música programática a as diferenças entre ela e a música absoluta. Definição de música programática: Música que procura expressar ou descrever uma ou mais ideias não musicais, imagens ou eventos. A música programática tem uma ligação com a literatura, a paisagem e as artes visuais. A professora explica os meios para a composição programática e os recursos musicais usados pelos compositores. Ela dá, ainda, detalhes da obra de Hector Berlioz, considerado “o pai” da música programática.




Aula 6 - Lied e Chanson - Parte 1


A professora Dorotéa Kerr fala sobre o Lied e a Chanson, composições típicas do final do século XIX. São composições com letras (no geral, baseadas em poesias) e acompanhamento de piano. Os compositores do Lied tem um entusiasmo por tudo que é histórico e folclórico. Esse modelo se desenvolveu principalmente na Alemanha.




Aula 6 - Lied e Chanson - Parte 2


A segunda parte da aula da professora Dorotéa Kerr foi dedicada a dois grandes compositores de LIED, Franz Schubert e Johannes Brahms. Schubert utiliza muito a alternância de acordes maiores e menores. Ele escreveu mais de 600 obras nesse estilo. Os temas mais comuns encontrados nessas composições eram principalmente amor e morte.




Aula 6 - Lied e Chanson - Parte 3


A professora Dorotéa Kerr apresenta outros compositores de Lied: Johannes Brahms, Hugo Wolf (que se dedica exclusivamente ao lied), Gustav Mahler e Richard Strauss. Com esse estilo inicia-se a transição para o século XX.




Aula 7 - Ópera - Segunda Metade do Século XIX - Parte 1


A professora Dorotéa Kerr segue sua explicação sobre a ópera. O assunto desta aula é a segunda metade do século XIX, e o destaque é para as características dessa obra: a mistura entre a ópera italiana, francesa e alemã, manifestações nacionais, obras mais longas, aumento no número de executantes. Um dos representantes do período é o italiano Guiseppe Verdi. Ele usa muito da tradição local para suas composições, utiliza vários poemas de Victor Hugo como base de sua criação. Os grandes sucessos de Verdi são: Rigoletto/ O trovador/ La traviata.




Aula 7 - Ópera - Segunda Metade do Século XIX - Parte 2


Os compositores escolhidos para representar a ópera na segunda metade do século são: Giuseppe Verdi e Richard Wagner. Wagner é muito parecido com Verdi nos aspectos artístico e político, porém Wagner se atém aos temas sobre a cultura e a história alemã.




Aula 7 - Ópera - Segunda Metade do Século XIX - Parte 3


O assunto da última parte da aula da professora Dorotéa Kerr são as obras de Richard Wagner. Uma das características marcantes desse compositor é que as óperas são cheias de simbolismos. "O Anel do Nibelungo" é o ápice de sua carreira, a composição que chegou mais perto de suas convicções. Esse tema encerra a música do século XIX.




Aula 8 - Passagem para o século XX - Parte 1


A professora Dorotéa Kerr começa a transição para o século XX. O embate capitalismo x comunismo interfere também na música. Os músicos passam a assumir suas posições políticas, e a passar isso para suas composições. As referências históricas e culturais que fizeram a passagem do século, que, segundo os historiadores, começa aproximadamente em 1914. O século XX foi marcado também pela expansão dos meios de comunicação em massa, o que contribuiu muito para a composição e a divulgação da música.




Aula 8 - Passagem para o século XX - Parte 2


A professora Dorotéa Kerr apresenta algumas características da música do século XX. Manifestações políticas, separação entre executante e executor, movimentos como o Impressionismo e o Expressionismo servem de base para os compositores.




Aula 8 - Passagem para o século XX - Parte 3


O nacionalismo passa a ser uma importante fonte de inspiração musical no século XX. A professora Dorotéa Kerr fala sobre as novas fontes de pesquisa na música, fontes folclóricas. No século XX, a arte passa a ser politicamente comprometida. Há uma preocupação, nesse sentido, de fazer uma arte engajada, e a música também segue essa tendência. Outra evolução do século é o surgimento da música eletrônica (ou eletroacústica).




Aula 9 - Movimentos de Vanguarda no Século XX - Parte 1


A professora Dorotéa Kerr fala sobre os movimentos de vanguarda no século XX, o expressionismo e o impressionismo. Ela traz aos seus alunos as principais características desses estilos e a influência da pintura e da literatura na música.




Aula 9 - Movimentos de Vanguarda no Século XX - Parte 2


Na segunda parte da aula, a professora Dorotéa Kerr fala sobre a carreira de Schoenberg, o que esse artista fez pelo movimento expressionista no século XX, suas influências e suas obras.




Aula 9 - Movimentos de Vanguarda no Século XX - Parte 3


Na última parte da aula, a professora Dorotéa Kerr fala sobre o impressionismo. O grande representante do gênero na música foi Claude Debussy, o grande nacionalista francês.




Aula 10 - Música e Política - Parte 1


A professora Dorotéa Kerr aborda o tema política. Qual a influência da política nas artes e principalmente na música. Fala dos dois temas marcantes que mudaram a história do século XX e se refletiram diretamente na música: a Primeira Guerra Mundial e a Revolução Russa. Os compositores passam a incorporar o novo estilo de vida urbana às suas músicas.




Aula 10 - Música e Política - Parte 2


Na segunda parte da aula, a professora Dorotéa Kerr fala da incorporação do jazz às músicas do século XX. O cotidiano das pessoas e temas mais modernos passam a fazer parte também da ópera.




Aula 10 - Música e Política - Parte 3


Na última parte da aula, a professora Dorotéa Kerr fala da arte para o Estado Comunista, uma arte mais simples, canções de protesto começam a surgir.




Aula 11 - Dodecafonismo e Serialismo - Parte 1


A professora Dorotéa Kerr fala sobre o dodecafonismo e como essa nova forma rompe com o passado da música, deixando o tonalismo de lado. A capacidade de agrupar os sons com lógica nas composições. O método de compor com 12 sons que não estão relacionados entre si.




Aula 11 - Dodecafonismo e Serialismo - Parte 2


Na segunda parte da aula, a professora Dorotéa Kerr fala sobre o sistema atonal de composição. Fala também, das influências do compositor Arnold Schönberg: Brahms, Mahler, Wagner e Strauss.



Fontes: 
Youtube
Unesp



A Música na Pré-História e Antigas civilizações


A Música na Pré-História e Antigas civilizações


A Música na Pré-História

A história da música remonta aos tempos da Pré-história e apenas podemos fazer conjecturas sobre a forma como começou. Ainda antes de o homem começar a fazer instrumentos, é provável que fizesse música através de uma mistura de gritos, de bater com os pés, de bater palmas e de bater com objetos disponíveis na natureza.

A música nasceu com a natureza, ao considerarmos que seus elementos formais, som e ritmo, fazem parte do universo e, particularmente da estrutura humana. O homem pré-histórico descobriu os sons que o cercavam no ambiente e aprendeu a distinguir os timbres característicos da canção das ondas se quebrando na praia, da tempestade se aproximando e das vozes dos vários animais selvagens. E encantou-se com se próprio instrumento musical - a voz. Mas a música pré-histórica não se configurou como arte: teria sido uma expansão impulsiva e instintiva do movimento sonoro ou apenas um expressivo meio de comunicação, sempre ligada às palavras, aos ritos e a dança.


Instrumentos musicais encontrados da Pré-História


Cientistas acreditam ter encontrado o instrumento musical mais antigo do mundo em uma caverna no sudoeste da Alemanha. A menos de um metro do local onde encontraram o instrumento feito à mão foi achado também o mais antigo trabalho de escultura feito por um humano. O fragmento de flauta que foi encontrado, assim como a estatueta de marfim, datam de mais de 35 mil anos atrás.

As descobertas sugerem que os homens e mulheres das cavernas podiam fazer música – e que isso pode ter sido um modo de eles prevalecerem sobre os nossos “primos” neandertais. Os humanos modernos levaram a melhor em relação aos neandertais na Europa de 20 mil a 35 mil anos atrás, e os motivos pelos quais eles desapareceram provavelmente foram a cultura, o clima e a dieta. Nicholas Conard, arqueólogo da Universidade de Tubingen, na Alemanha, e sua equipe acreditam que a tradição musical adotada pelo Homo sapiens pode ter contribuído para unir comunidades.

“Humanos modernos parecem ter tido redes sociais maiores”, afirma Conard. Isso pode, segundo ele, ter ajudado a facilitar a expansão demográfica e territorial dos humanos modernos, em relação a outras populações de neandertais, que eram mais isolados demograficamente, além de mais conservadores. Vários instrumentos musicais apareceram na mesma área, fortalecendo a ideia que os humanos paleolíticos desenvolveram uma cultura bastante rica, de acordo com os pesquisadores.


Quatro flautas encontradas


No total, foram encontrados os fragmentos de quatro flautas nas escavações em uma área do sudoeste da Alemanha conhecida como Swabia. Três instrumentos foram feitos em marfim de mamute, mas a maior descoberta foi uma flauta quase inteira feita do osso de um urubu. As flautas foram descobertas em setembro, juntamente com a chamada Vênus pré histórica – escultura de uma forma feminina, considerada a mais antiga já encontrada.

Quando montada, a flauta de abutre chega quase 22 centímetros e tem cinco buracos. O osso tem marcas de linhas em volta dos buracos, o que sugere que criador da flauta estava calibrando o local dos buracos para produzir o melhor som possível. Conard lembra que até agora fragmentos de oito flautas foram encontradas na região De Swabian, e datam de 30 ou 40 mil anos atrás, e os pesquisadores afirmam que não há provas convincentes que existam instrumentos mais antigos já encontrados.


Outros pesquisadores encontraram um fragmento de osso de urso (acima) que tem aproximadamente 50 mil anos e parece ter buracos, como em uma flauta – mas ainda há uma controvérsia sobre a origem dos buracos. Enquanto os pesquisadores que fizeram a descoberta defendem que elas foram feitas por humanos, outros afirmam que elas poderiam ter sido talhadas por animais que morderam o osso. Conard afirma que as conclusões quanto às flautas encontradas na caverna são muito mais corretas: “Estamos lidando com itens que têm todo tipo de indicações de cortes com instrumentos e polimentos”, defende o arqueologista.

A pesquisa também tem o apoio da descoberta da Vênus, por exemplo. Colocadas juntas, as evidências apontam para o nascer de uma cultura há 35 mil anos. Conard explica: “Não temos certeza de quanto tempo elas têm de diferença, mas seria como se seu avô tocasse a flauta, e a sua bisneta fizesse a Vênus, mas ainda assim é o mesmo período geral da história”. [MSNBC]

Ouça a música mais antiga do mundo com 35.000 anos. Clique aqui a MP3 para download e ouça.

No início dos anos 1950, arqueólogos desenterraram diversas tábuas de argila do século 14 aC. Encontradas na antiga cidade síria de Ugarit, estas tábuas continham sinais cuneiformes do idioma Hurrita – pertencente ao povo Hurrita, que viveu na antiga Mesopotâmia. O texto encontrado acabou por ser a música mais antiga já descoberta, um hino de 3.400 anos de idade. Anne Draffkorn Kilmer, professor de Assiriologia na Universidade da Califórnia, nos EUA, produziu a interpretação que você vê na imagem em 1972. Desde as suas publicações iniciais na década de 60 sobre o achado, outros estudiosos publicaram suas próprias versões.

Segundo Richard Fink, em um artigo de 1988 na revista Archeologia Musicalis, a descoberta confirma a teoria de que “a escala diatônica de 7 notas, bem como a harmonia, existiam há 3400 anos”. Isso vai contra os pontos de vista da maioria dos musicólogos que acreditam que a harmonia no mundo antigo era praticamente inexistente (ou mesmo impossível) e que a escala só surgiu com os gregos, 2000 anos atrás. Richard Crocker, colega de Kilmer, afirma que a descoberta “revolucionou todo o conceito da origem da música ocidental”.

Debates acadêmicos de lado, como a música mais antiga do mundo soa? Ouça uma versão abaixo e descubra por si mesmo. Sem dúvida, o teclado midi não era o instrumento que os sumérios escolheriam para tocar a canção, mas é suficiente para nos dar uma ideia de como seria essa estranha composição – embora o ritmo seja apenas um palpite.[Open Culture, Richard Dawkins]

The Oldest Song in the World
A canção mais antiga do mundo. Veja o vídeo:


Você pode conferir a reprodução de uma parte de uma música grega antiga no player abaixo. O que você acha, as canções daquela época têm alguma chance de competir com Justin Bieber, Lady Gaga e etc? [BBC News]

Escute uma música antiga de 2.500 anos de idade. Clique aqui a MP3 para download e ouça.


Música nas Antigas Civilizações


O mistério continuou a envolver a música da Antiguidade, pela ausência do próprio elemento sonoro, que se desfez no tempo e, ainda, pela inexistência de uma notação musical clara e documentação suficiente. No entanto, sabemos que nas antigas civilizações já havia o cultivo da música como arte em si mesma, embora ligada à religião e à política. Fazendo estudos nos instrumentos encontrados dessa época notou-se o aperfeiçoamento na construção dos instrumentos, com valorização do timbre.


Mesopotâmia


Desde início do terceiro milênio antes de Cristo, no Império Agrícola da Mesopotâmia, situado na região entre os rios Tigre e Eufrates, viviam respectivamente sumérios, assírios e babilônios. Nas ruínas das cidades desses povos, foram descobertos harpas de 3 a 20 cordas dos sumérios e cítaras de origem assíria. Na Assíria e na Babilônia, a música tinha importante significação social e expressiva atuação no culto religioso. Fortaleceu-se tal conclusão, quando C. Saches decifrou um documento musical de Assur, escrito por volta de 800 a.C., em símbolos cuneiformes: era um acompanhamento de harpa, onde se revela uma forma de escrita a duas e três vozes, com base num sistema pentatônico. O legado da cultura mesopotâmica passou aos Persas. Segundo o testemunho de Heródoto, o célebre historiador grego, eles chegaram a abolir a música do culto, sem deixarem de apreciar, no entanto, os conjuntos vocais e instrumentais, como é possível constatar nos documentos iconográficos.


Egito


A arte egípcia, com características muito próprias, revela inspiração e finalidade religiosa. A música no Egito era praticada em todos os momentos da vida social. O povo tinha seus cantos tradicionais, religiosos - principalmente através de transes místicos para a cura de doenças do corpo físico, do mental, do emocional e do espiritual -, profanos, guerreiros e de trabalho. Os instrumentos de corda, harpa e cítara eram artisticamente elaborados. Os egípcios tinham flautas simples e duplas e instrumento típicos de percussão, como crótalo e sistros e principalmente os tambores. No século II a.C., na Alexandria, Ctesíbio inventou o órgão hidráulico, que funcionava, em parte, mergulhado na água. A escala egípcia era diatônica, com tons e semitons, conforme se pode deduzir pelas flautas encontradas. A harpa, como instrumento nacional, foi elaborada nas mais luxuosas e elegantes formas. A arte egípcia, através de seus instrumento musicais e papiros com diversas anotações, atingiu outras civilizações antigas, como a Cretense, a Grega e a Romana.


Grécia


Encontramos a gênese da arte grega na civilização- cretense, cujos vestígios se revelaram em ruínas de cidades como Tirinto, Micenas e Cnossos. Ela é a glorificação da natureza e da vida, expressando um anseio constante pela perfeição, ritmos e harmonia, o apreço pelos valores espirituais e o culto da beleza ideal. A música, a poesia e a dança, unidas por um elemento comum - o ritmo- , eram praticados de modo integrado. Os poemas eram recitados ao som de acompanhamento musical. A música grega se baseava em oito escalas diatônicas descendentes- os modos gregos -, cada um com um significado ético e psicológico. Os instrumentos nacionais eram a cítara e a lira. O instrumento de sopro mais usado era o aulos, de sonoridade sensual, muito usada nas festas dedicadas ao Deus Dionísio, mais tarde chamado de Baco, pelos romanos. A teoria musical grega se fundamentava na ética e na matemática. Pitágoras estabeleceu proporções numéricas para cada intervalo musical. A notação musical era alfabética, mas insuficiente: usavam letras em diversas posições para representar os sons. Os gregos relacionavam intimamente música, psicologia, moral e educação. No âmbito da ética musical, dentre as posturas mais interessantes, destacam-se:

  • a de Pratinas, rígida e conservadora, extremamente reacionária, condenava o instrumentalismo.
  • a de Pídaro, mais positiva, expressa uma sincera crença no poder da influência musical no decorrer do processo educativo.
  • A de Platão, representante máximo da filosofia musical grega, apoiava-se na afirmação da essência psicológica da música. Segundo esse filósofo, a música poderia exercer sobre o homem poder maléfico ou benéfico, por imitar a harmonia das esferas celestes, da alma e das ações. Daí, a necessidade de se colocar a música sob a administração e a vigilância do Estado, sempre a serviço da edificação espiritual humana, voltada para o bem da polis, almejada como cidade justa.
  • A de Aristóteles, que destaca o papel da poesia, da música e do teatro na purgação das paixões (cartase). Finalizando, para ressaltar a importância da música na Grécia, basta citar um trecho da A República, de Platão, que comenta estes versos de Homero, na Odisseia: os homens apreciam mais os cânticos mais novos. O referido trecho, traduzido, é o seguinte: "... pois é de temer que a adoção de um novo gênero musical ponha tudo em perigo. Nunca, com efeito, se a assesta um golpe contra as formas da música, sem abalar as maiores leis da cidade, como afirma Damon, e eu creio de bom grado." (PLATÃO. A República, 424b-2, p.203.).


Roma


No período helenístico, a música grega desviara-se para a busca e o culto da virtuosidade, o que representou uma decadência do espírito nacional que a orientara na época áurea. Eram interessantes os diversos instrumentos de sopro utilizados nos exércitos, com variadas finalidades. A mais curiosa figura conhecida na arte musical romana, antes da era cristã, foi o Imperador Nero, compositor e poeta, que se acompanhava à lira, tendo até instituído a ''claque'', cujos aplausos interesseiros estimulavam sua inspiração e acalentavam sua vaidade.


Nestes dois vídeos abaixo, você pode ter uma visão e audição mais ampla da Pré-História e na sequência a visão e audição do Renascimento:


História da Música 1ª aula - pré história
Por: Frederico Zimmermann Aranha




História da Música 2ª aula Renascimento
Por: Frederico Zimmermann Aranha




Fontes:
Passei Web
Hype Science
História da Música 
Título original: The Usborne Story of Music
Edições 70


Evolução da Música


História da Música



Segundo o Wikipedia, a História da Música é o estudo das origens e evolução da música ao longo do tempo. Como disciplina histórica insere-se na história da arte e no estudo da evolução cultural dos povos. Como disciplina musical, normalmente é uma divisão da musicologia e da teoria musical. Seu estudo, como qualquer área da história, é trabalho dos historiadores, porém também é freqüentemente realizado pelos musicólogos.

Desenho completo de Pablo Morales de Los Rios

Para você entender de uma forma mais criativa, interessante e rápida, afinal são trocentos anos de música, encontrei no YouTube um vídeo sensacional que mostra a história da música desde o início da humanidade até nossa era, passando rapidamente pela música antiga, clássica, jazz, blues, rock metal ou eletrônica. Muito bom mesmo!

A “História de la Música” foi criado pelo espanhol Pablo Morales de Los Rios e mostra a história da música desde seu nascimento até o surgimento da música eletrônica de bandas como New Order e dos sintetizadores do Chemical Brothers.

Em ilustração, o vídeo mostra que foi na Antiguidade que surgiram as sete primeiras notas musicais. Os gregos e romanos são citados no vídeo que passa pela Idade Média e o monge italiano Guido d’Arezzo batizou as notas com os nomes que conhecemos hoje: Dó, Ré, Mi, Fá, Sol, Lá e Si, apenas no inicio a nota Dó era chamada de "UT".

Pensando a música como uma linguagem universal, independente do idioma, identidade e cultura, qualquer um é capaz de entender o vídeo. Mais uma vez a música promove, como a fotografia, dança, pintura, teatro, esporte, etc., a união entre educação, arte e cultura.


Historia de la Musica (Lecciones Ilustradas)




Fonte: Criativo de Galochas


A melhor vídeo-aula para ler partituras


A MELHOR VÍDEO-AULA PARA QUALQUER UM APRENDER A LER PARTITURA

19 de março de 2015 — by André Monsev

Você toca algum instrumento? Bom, o próprio Radiohead já disse em uma de suas primeiras músicas que "anyone can play guitar" (qualquer um pode tocar violão). Já partitura… aí já não é pra qualquer um. Certo? - Errado.

De fato a aparência de partituras não são muito convidativas. Aquelas linhas e claves, tudo parece muito específico e difícil. É normal se sentir intimidado e pensar “bom, deixa pra lá”. Mas a grande verdade é que aprender partitura facilita e muito para entender melhor como tocar qualquer música em qualquer instrumento. No fim das contas, é como aprender uma língua nova.

Para descomplicar, o professor Tim Hansen ensinou em um vídeo curto, didático e acessível como ler partituras.

Duvida? Então olha aí como pode ser fácil.


How to read music - Tim Hansen




Fonte: Superplayer FM


Chicago - Will You Still Love Me


Adult Oriented Rock





Houston - I'm Coming Home


 (AOR) = Adult Oriented Rock





Olivia Newton y John Travolta - You Are The One That I Want


Vasselina (Nos tempos da brilhantina)





Bread - Make It with You






Carpenters - Goodbye To Love






The Troggs - Live and wild in Preston






Shadows of Knight - LIVE 1966 - 8mm Footage






Music Machine - 'Talk Talk'






The Chocolate Watch Band - Don't Need Your Lovin'






Syndicate of Sound - Little Girl






The Standells - Dirty Water






STARDUST - O MISTÉRIO DA ESTRELA


DUBLADO





Dave Edmunds - Sabre Dance






Stray Cats - Rock This Town


(Live Rockpalast, WDR Tv)





Creedence Clearwater Revival - Have you ever seen the rain?


( Live )





The Beatles - Get Back


(OFFICIAL VIDEO)





The Rolling Stones - No Expectations


Live OFFICIAL





Bob Dylan - Down Along the Cove Live


John Wesley Harding (All Seeing Eye) including intro





Pink Floyd - Another Brick in The Wall


Teledisco Video Arte





Genesis - The Lamb Lies Down on Broadway


(Live)





The Pretty Things - S.F. Sorrow


(Live at Abbey Road 1998) - 61 minutos de show




The Kinks - Victoria






The Who "Tommy"


62 minutos de show





Jimi Hendrix - Hey Joe






Engelbert Humperdinck - Please release me - 1989






Sandie Shaw - Puppet on a string


Eurovision 1967 - United Kingdom - [HQ SUBTITLED]





Tom Jones - Green Green Grass Of Home


(with lyrics)





Dusty Springfield - Son of a preacher man






Cliff Richard - We Don't Talk Anymore


(1979)





Traveling Wilburys - Handle With Care






The Firm - Satisfaction Guaranteed (1985)






KGB - music video for "Lover Undercover"






Beck Bogart & Appice - Superstition - 1973






Crosby Stills Nash - Southern Cross






Emerson, Lake and Palmer


Pictures at an exhibition full video