Mostrando postagens com marcador direitos autorais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador direitos autorais. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Como registrar a sua música


Registros Autorais


Antes o registro era feito na Rua do Passeio, no Rio de Janeiro, RJ. Atualmente mudaram-se, então confirme o novo endereço no rodapé desta página.

INFORMATIVO


Estamos disponibilizando o novo formulário para registro de obras musicais, que poderá ser reproduzido conforme necessário. Veja a foto do modelo abaixo. (o original em pdf, encontra-se mais abaixo):



De acordo com a lei  no 9.610 de 19/02/1998 e demais normas que regulamentam a matéria, o registro de autoria ou de propriedade sobre obras musicais produzidas em todo o País, deverá ser feito na  ESCOLA DE MÚSICA DA UFRJ.


(1) Formulário de Registro Autoral (disponível na página eletrônica da Escola de Música ou no próprio guichê do Serviço de Registro Autoral), em duas vias, preenchido em letra de forma e assinado pelos autores;

(2) Cópia da partitura da música com todas as páginas numeradas e assinadas pelo(s) autor(es). Para as músicas com letra é necessário enviar também uma cópia da letra;

(3) Comprovante de Pagamento

Para autores residentes no município do Rio de Janeiro: Boleto bancário pago (retirado no guichê do setor), no valor de R$15,00 (quinze reais) por música registrada, mais R$1,75 (um real e setenta e cinco centavos) de taxa bancária por boleto. É OBRIGATÓRIO o preenchimento dos dados da pessoa no boleto bancário (nome e endereço) para que seja feita a identificação do autor.

ATENÇÃO: SÓ SERÁ ACEITO comprovante do boleto bancário junto com recibo de pagamento e AUTENTICAÇÃO do mesmo pelo banco. NÃO SERÃO ACEITOS boletos sem o pagamento da taxa bancária e sem a identificação do autor.

Para autores residentes em outros municípios: Comprovante ORIGINAL de depósito bancário ou de transferência entre contas correntes, com o número de AUTENTICAÇÃO DO BANCO, no valor de R$15,00 (quinze reais) por música registrada. Os pagamentos feitos através de depósito bancário ou transferência devem ser efetuados exclusivamente na conta:

Banco do Brasil
Agência: 2234-9
Conta Corrente: 28826-8

ATENÇÃO: Só será aceito o comprovante ORIGINAL de depósito ou de transferência entre contas com o número de AUTENTICAÇÃO do banco.

NÃO SERÃO ACEITOS:


· Comprovante de entrega de envelope.

· Depósito em outra conta corrente que não a acima indicada.
 
Veja aqui modelo do recibo autenticado.

O Certificado de Registro A música a ser registrada deve ser representada em notação musical, numa partitura, para que suas idéias sejam publicáveis e documentáveis. O Certificado de Registro será enviado pelos correios para o endereço anotado no Formulário de Registro, desde que todos os documentos exigidos estejam em conformidade com as normas. O autor que desejar receber o Certificado impresso poderá entrar em contato com o Serviço de Registro Autoral da Escola de Música da UFRJ para se informar dos procedimentos referentes ao custeio das despesas com correio.


 O Formulário de Registro


O Formulário de Registro pode ser impresso e/ou copiado para um computador pessoal, clicando em: Formulário de Registro Autoral. Aqueles que não têm acesso à internet podem retirar o Formulário diretamente no guichê do Serviço de Registro Autoral.

Os contatos para esclarecimentos gerais podem ser feitos:

(1) Pelo e-mail registro-de-musica@musica.ufrj.br;
(2) Por correio, no endereço:
Escola de Música da UFRJ
Serviço de Registro Autoral
Prédio II - 2° andar
Largo da Lapa, 51
Centro - RJ - CEP: 20021-170


Horário de atendimento do Serviço de Registro Autoral da Escola de Música da UFRJ?
O atendimento direto ao público funciona de segunda à sexta-feira, de 10 às 15:30h.

Maiores informações no site Oficial da Universidade Federal do Rio de Janeiro


quarta-feira, 5 de maio de 2010

Curso Superior de Rock


Rock vira curso superior em universidade gaúcha

Notícia de 10/11/2006 - 05h30
DIÓGENES MUNIZ
RICARDO PIERI
da Folha Online





Em um filme de 2003, o ator norte-americano Jack Black ministrou aulas de rock'n'roll a uma turma primária. A ideia meio absurda que levou Richard Linklater a filmar "Escola do Rock" (School of Rock) ganhou contornos na Unisinos (Universidade do Vale do Rio dos Sinos), no Rio Grande do Sul.

Em março de 2007, uma sala com cerca de 40 alunos inaugura o ano letivo de Formação de Músicos e Produtores de Rock. Dois anos e seis meses depois, estará graduada a primeira turma de roqueiros por formação acadêmica do Brasil. A Estácio de Sá, no Rio, também planeja oferecer curso semelhante, mas, segundo a própria universidade, não há garantia de turma já no próximo semestre. As inscrições para o vestibular da Unisinos estão abertas até 29 de novembro e podem ser feitas apenas pela internet. O site da universidade diz que "as provas vão rolar no dia 2 de dezembro".

Para o idealizador e futuro coordenador do curso, o roqueiro gaúcho Frank Jorge, 40, (ex-Cascavelletes, ex-Graforréia Xilarmônica, ex-Cowboys Espirituais) a proposta não é enquadrar o rock, nem banalizar a academia. "Acho que não tem possibilidade do curso parecer careta. Não queremos enquadrar o rock", diz. Formado em Letras, ele também pretende dar aula de História do Rock.

A graduação --que, segundo Jorge, ainda não busca registro no MEC-- será dividida em quatro módulos: "Construção de referências musicais", "Identidade musical e elaboração de repertório", "Produção musical" e "Preparação da carreira". Os alunos terão aulas como Direito autoral, Desenvolvimento da carreira musical e Laboratório de rock --este último em parceria com estúdios. O curso ainda vai compartilhar 20% de seu currículo com outras salas da Unisinos, como de Antropologia e Ética.


Roqueiro gaúcho Frank Jorge, 40, será coordenador na Unisinos



O incentivo para Jorge pensar na graduação veio em maio deste ano, de uma provocação do poeta Fabricio Carpinejar, coordenador de Formação de Escritores e Agentes Literários na Unisinos. "Ele lembrou que a universidade não tinha curso de música", diz.

O roqueiro gaúcho pensou então em uma graduação que gostaria de ter feito há 20 anos, quando começava sua trajetória musical. "No início, pareceu um negócio meio maluco. Mas não estou preocupado em formar grandes expoentes do rock nacional, mas pessoas que vão adquirir conteúdo. O cara vai ter que entender, por exemplo, da Tropicália e seu rompimento de barreiras."

Segundo Jorge, é preconceituoso apontar que o curso reforça a espetacularização da academia. "Já me disseram que rock se aprende na Pompéia, não na universidade, mas chega a ser preconceituoso alguém imaginar que ele não possa ser estudado seriamente, com profundidade. Também não há porque aliar a ideia de academia com algo chato."

Outra questão que intriga é a da disciplina. Afinal, na escola do rock "há de ser tudo da lei"? Para quem pensa em alunos embriagados, fumando na sala de aula e professores quebrando instrumentos em cima da mesa, Jorge dá um alerta. "Quem se inscreveu no vestibular vai se dedicar, vai ter que estudar. Nisso, não difere de outro curso."


Fonte: Folha Uol