Mostrando postagens com marcador clips. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador clips. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

30 músicas de rock incríveis usadas em comerciais de TV - 03


21. "Float On" do Modest Mouse - comercial da OnStar




22. "Billie Jean", de Michael Jackson - comercial da Pepsi




23. "Fake Plastic Trees", do Radiohead - comercial da Fundação Síndrome de Down




24. "Take a Walk", do Passion Pit - comercial do Taco Bell




25. "Little Yellow Spider", de Devendra Banhart - comercial da Orange

Não encontrado o vídeo de propaganda, então aqui vai a música:
Devendra Banhart - Little Yellow Spider (Live at Amoeba)



26. "What a Wonderful World", de Joey Ramone - comercial da Coca-Cola




27. "Today", do The Smashing Pumpkins - comercial da Visa




28. "Rock You Like a Hurricane", do The Scorpions - comercial do TGI's Friday




29. "Back in Black" do AC/DC - comercial da Ford




30. "Don't Stop (Color on the Wall)", do Foster The People - comercial da Nissan





Fonte: Exame Abril



Página Anterior          01          02          03          Próxima Página

30 músicas de rock incríveis usadas em comerciais de TV - 02


11. "Blitzkreig Pop", do Ramones - comercial da Pepsi




12. "Pressure Drop", do The Clash - comercial da Nissan




13. "Play Ball" do AC/DC - comercial do MLB/TBS




14. "Rock and Roll", do Led Zeppelin - comercial da Cadillac




15. "You Talk Way Too Much", do The Strokes - comercial da Ford

Não encontrado o vídeo de propaganda, então aqui vai a música:
The Strokes- You Talk Way Too Much



16. "Sweet Disposition", do The Temper Trap - comercial da Coca-Cola




17. "Second Chance", do Peter Bjorn and John - comercial da Budweiser

Não encontrado o vídeo de propaganda, então aqui vai a música:
Peter Bjorn and John - Second Chance - Official Video



18. "Tongue Tied", do Grouplove - comercial da Apple




19. "Two Weeks", do Grizzly Bear - comercial da Volkswagen




20. "Venus in Furs", do The Velvet Underground - comercial da Dunlop





Fonte: Exame Abril



Página Anterior          01          02          03          Próxima Página

30 músicas de rock incríveis usadas em comerciais de TV - 01


Rock: 


Músicas famosas ou do momento são muito usadas em comerciais. Um bom comercial sempre precisa de uma boa música.

Poder ser um jingle criado pela própria marca (e que gruda na cabeça de todo mundo) ou pode ser uma música de um artista que topou receber alguns trocados.

No segundo caso, o negócio é muito arriscado. Associar uma música autoral a uma marca pode ser um tiro no pé. O comercial pode estragá-la para sempre. Já os fãs podem ficar muito irritados (e quase sempre ficam).

De qualquer jeito, as marcas não são bobas e sabem garimpar os hits do momento ou aquela música alternativa um tanto desconhecida que se encaixa perfeitamente no mundo delas.

EXAME.com preparou uma playlist com 30 músicas de rock – do clássico ao indie – usadas em comerciais nas últimas décadas.

Têm clássicos como Led Zeppelin, AC/DC, Ramones e Rolling Stones; e indies como Foster The People, The Black Keys, Strokes e Vampire Weekend.

Confira a lista com os comerciais e marcas que usaram cada uma das músicas. Isso pode gerar idéias para você criar suas próprias músicas normais ou jingle.


Lista de músicas e comerciais



1. "Times Like These", do Foo Fighters - comercial da Claro




2. "Brown Sugar", dos The Rolling Stones - comercial da Pepsi




3. "Born To Be Wild", do Steppenwolf - comercial da Pepsi




4. "Letf Hand Free", do Alt-J - comercial do Haig Club




5. "Are You Gonna Be My Girl", do Jet - comercial da Apple




6. "1901", do Phoenix - comercial da Cadillac




7. "A-Punk", do Vampire Weekend - comercial da HP

Não encontrado o vídeo de propaganda, então aqui vai a música:
Vampire Weekend - A-Punk



8. "Gigantic", do Pixies - comercial da Apple




9. "Lust For Life", do Iggy Pop - comercial do Royal Caribbean Cruises




10. "Tighten Up", do The Black Keys - comercial da Subaru

Não encontrado o vídeo de propaganda, então aqui vai a música:
The Black Keys - Tighten Up [Official Music Video]




Fonte: Exame Abril



Página Anterior          01          02          03          Próxima Página

sexta-feira, 28 de março de 2014

002-20 Conjuntos Vocais


O primeiro instrumento musical a chamar atenção no blues, e também o mais expressivo, foi a voz humana. E não demorou muito para que o único defeito do instrumento, o de ser monofônico, ou seja, só pode emitir uma nota por vez, encontrasse solução eficiente, agradável e das mais influentes: o canto em grupo com harmonização de vozes, inovação renascentista, quando os corais (e também as orquestras) aprenderam a pensar em harmonias, inclusive linhas de baixo móveis, e que o negro-americano adotou entusiasticamente.

É claro que, nos EUA da virada do século XIX para XX, havia grupos vocais brancos e negros, muitos empenhados no gênero chamado "barbershop harmony", com harmonias simples (terças, sétimas menores e maiores, sextas), praticadas no início em salões de barbeiros, daí o nome. Talvez os primeiros grupos vocais com harmonias que até hoje soam acrobáticas e interessantes tenham sido o Norfolk Jazz Quartet (negro) e The Revelers (branco), nos anos 20; com certeza, os mais influentes foram os Mills Brothers (anos 30 a 50), que chegavam a dispensar instrumentos de verdade, imitando-os com as vozes, e os Ink Spots (mesma época), de estilo mais simples (o tenor canta a melodia, o baixo faz uma declamação e os outros se limitam a harmonizar ou fazer "oohs" e "aahs") mas, por isso mesmo, mais fácil de ser imitado (o primeiro disco de Elvis foi de dois "covers" dos Ink Spots).

Nos anos 40, os grupos vocais acabaram por se cansar de ficarem só nos "oohs" e "aahs" enquanto um deles solava, inventando sílabas sem sentido literal mas altamente eficientes sonoramente. Ao mesmo tempo, os tenores decidiram fugir um pouco de letra e melodia com ligeiros improvisos em falsete.

O nome deste estilo negro de harmonização vocal, em que a sonoridade de sílabas "nonsense" era mais importante que as letras, acabou sendo uma dessas frases sem sentido, "doo-wop" (e poderia ter sido qualquer outra com a mesma expressividade).

Entre os primeiros grupos doo-wop, surgidos no fim dos anos 40, temos The Orioles, The Ravens e The Clovers. Quem ajudou muito o doo-wop foi nosso amigo DJ Alan Freed, que divulgou muitos destes grupos como rock and roll - e ele não estava errado, já que as interpretações destes grupos tinham muito de gospel e r and b. Os grupos doo-wop mais ilustres a surgirem nos anos 50 incluem The Platters, The Drifters, The Diamonds, The Cadillacs, The five Royales, The Crows, The Penguins e Frankie Lymon and The Teenagers (um Jackson 5 pré-histórico, com Frankie (1942/1968) arrasando nos vocais aos 13 anos). Alguns grupos se afastavam ao máximo das baladonas e partiam de vez para a demência, como The Rivingtons ("Papa-Oom-Mow-Mow"), The Marcels (depois deles "Blue Moon" de Rodger/Hart nunca mais foi a mesma) e The Coasters (muito beneficiados pela produção e composições satíricas e inteligentes de Leiber and Stoller).

Havia também grupos brancos mais comportadinhos, mas de qualidade e sucesso, nos anos 50, como  The Four Freshmen (primeira formação) e (formação mais atual), The Four Preps e Four Lads (comportadinhos até nos nomes, como se vê).

Todos esses grupos, brancos e negros, doo-wop ou não, foram de maior importância para o rock pós-anos 50, influenciando qualquer grupo que tivesse mais de dois vocalistas - Beatles, Hollies, Bee Gees, Crosby, Stills, Nash and Young, Stylistics, Four Tops e, principalmente, os Beach Boys - que podem ser definidos como o grupo doo-wop mais demente de todos os tempos. E é muito bom que o doo-wop continue se modernizando até hoje, com grupos como Manhattan Transfer e Take 6.


No próximo post você verá Tecnologia...


Página Anterior                                Próxima Página